Fonte de três critérios:
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC7042812/pdf/ijerph-17-01120.pdf

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Fonte da classificação da APOC:
https://link.springer.com/article/10.1007/s11325-016-1432-y
APOC-1: Esta categoria inclui pacientes cuja apneia obstrutiva do sono (AOS) é quase exclusivamente posicional. Especificamente, o índice de apneia-hipopneia (IAH) em posição supina é significativamente maior do que em outras posições, e o IAH em posições não supinas é menor que 5 eventos por hora. Pacientes nesta categoria são considerados os melhores candidatos para a terapia posicional, pois a mudança de posição pode resultar em uma redução substancial dos eventos de apneia.
APOC-2: Esta categoria inclui pacientes com AOS que é predominantemente posicional, mas não exclusivamente. O IAH em posição supina é pelo menos duas vezes maior do que em posições não supinas, mas o IAH em posições não supinas é maior que 5 eventos por hora. Esses pacientes também podem se beneficiar da terapia posicional, embora a eficácia possa ser menor em comparação com os pacientes da categoria APOC1.
APOC-3: Esta categoria inclui pacientes com AOS que é menos dependente da posição. O IAH em posição supina é maior do que em posições não supinas, mas a diferença não é tão pronunciada quanto nas categorias APOC1 e APOC2. Pacientes nesta categoria podem ter uma resposta menos previsível à terapia posicional e podem necessitar de outras formas de tratamento, como CPAP.

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